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25 de maio de 2010

A nossa praia

A praia não existia. O mar tinha levado a areia toda. Estava quase deserta e tínhamos a praia praticamente toda para nós. Pegaste-me na mão e avançámos, de rocha em rocha, até encontrarmos uma laje suficientemente resguardada. Para trás, no início da praia, ficou um barco ancorado. De resto, pouco mais ou mesmo nada. Estendemos as toalhas e despimo-nos. Tu ficaste de calções e eu de biquíni. Entretanto, um homem de fato preto de neoprene aproximou-se, encheu uma bóia rosa e entrou na água. 
Deitámo-nos nas toalhas, lado a lado. Beijaste-me os lábios. Beijei-te de volta. Agarraste na minha mão e levaste-a ao teu pénis. Senti o que já conheço bem. Estavas duro e , ao mesmo tempo, macio. Escorreguei na toalha e abri a boca. Entraste dentro dela. Eu estava de costas para o início da praia, lá longe. Tu estavas de frente e viste um barco, com pessoas na popa, a aproximar-se. Continuei a chupar-te e tu a gozar o momento. O barco abrandou a marcha, perto de nós. Todos nos observavam. E nós continuámos, com um prazer imenso por estarmos a provocar tesão noutras pessoas. Agarraste uma das minhas mamas e apertas-te. Acelerámos o ritmo. Eu a chupar-te e tu a entrares cada vez maisfundo na minha boca. Atingiste o clímax. Vieste-te na minha boca. Eu engoli. O barco foi embora e a bóia, com o homem do fato preto de neoprene, continuava na água.

16 de abril de 2010

Abelha-rainha

Estava sentada no sofá, com o portátil ao colo. Conversava no MSN com os zangões, como tu lhes chamas. Aproximaste-te. Ajoelhaste-te à minha frente. E eu via-te por trás do écrã do portátil. Puseste as mãos nas minhas pernas, por baixo da saia.  Puxaste as cuecas e tiraste-mas. Começaste a beijar-me as coxas. O interior das coxas. E eu continuava a conversar no MSN. A tua língua aproximou-se rapidamente da minha vagina. Enterraste a tua cabeça nas minhas pernas. Conseguia sentir o calor da tua respiração e a suavidade da tua língua. Beijaste-me. Beijaste-me com prazer. Com sofreguidão. Beijaste-me cheio de tesão. Deste-me prazer. A tua língua a mover-se dentro de mim distraíu-me dos zangões. Pus o portátil de lado e fechei os olhos. Concentrei-me na tua língua a lamber a minha humidade. Deixei-me ir. Entreguei-me ao prazer. Gemi. Quanto mais me lambias e chupavas, mais eu gemia. Fizeste-me vir. Suavemente. Depois...

8 de fevereiro de 2010

Pertença total

Foste à cozinha e eu fui atrás de ti, sem fazer barulho. Abriste a porta do frigorífico e enquanto olhavas lá para dentro, compenetrado, abracei-te e encostei-me a ti. Viraste-te e respondeste ao meu abraço. Ficámos assim por uns breves momentos apenas. A vontade era muita. Sentei-me na bancada da cozinha e tu aproximaste-te. Enlacei-te com as minhas pernas, puxei-te para mim e beijámo-nos. Apaixonadamente. Como nos filmes. Enfiei a minha mão nas tuas calças e brinquei. Adoro brincar com o teu pénis. É suave, cheira bem e sabe ainda melhor. Surpreendi-te por não ter cuecas vestidas. Entraste dentro de mim facilmente. Excitas-me. A excitação que me provocas põe-me húmida e lubrifica-me. Fodemos. Eu sentada na bancada da cozinha e tu de pé. Tirei a camisola e o soutien. Chupaste-me os mamilos e eu gemi de prazer. Fodemos. Quiseste marcar-me e mordeste-me no ombro esquerdo. Doeu-me, mas foi aquela dor de prazer intenso. Uma dor de pertença. Pertenço-te. Sou tua. Fodemos. Atingi o orgasmo, como tão facilmente atinjo quando fodemos. Um. Depois outro. Mais outro. O meu corpo reage ao teu de uma forma completa, como se tivesse sido feito para foder contigo. Tenho o rabo frio por estar sentada na pedra da bancada da cozinha. Não me importo, porque me abandono ao prazer. Ao meu prazer. Ao teu prazer. Fodemos.