Estava sentada no sofá, com o portátil ao colo. Conversava no MSN com os zangões, como tu lhes chamas. Aproximaste-te. Ajoelhaste-te à minha frente. E eu via-te por trás do écrã do portátil. Puseste as mãos nas minhas pernas, por baixo da saia. Puxaste as cuecas e tiraste-mas. Começaste a beijar-me as coxas. O interior das coxas. E eu continuava a conversar no MSN. A tua língua aproximou-se rapidamente da minha vagina. Enterraste a tua cabeça nas minhas pernas. Conseguia sentir o calor da tua respiração e a suavidade da tua língua. Beijaste-me. Beijaste-me com prazer. Com sofreguidão. Beijaste-me cheio de tesão. Deste-me prazer. A tua língua a mover-se dentro de mim distraíu-me dos zangões. Pus o portátil de lado e fechei os olhos. Concentrei-me na tua língua a lamber a minha humidade. Deixei-me ir. Entreguei-me ao prazer. Gemi. Quanto mais me lambias e chupavas, mais eu gemia. Fizeste-me vir. Suavemente. Depois...
16 de abril de 2010
19 de março de 2010
O poder da música
Quero que me fodas num concerto. No meio daqueles corpos agitados, quero que me agarres por trás e que me fodas. Nesse dia vou levar saia e mais nada por baixo. Vais agarrar-me a cintura com uma mão e com a outra vais afastar-me as pernas e enfiar o teu pénis na minha vagina. Vamos ficar colados um aos outro. Tu por trás de mim. Eu à tua frente. Enquanto me fodes, movemo-nos ao ritmo da música. Vou vir-me uma, duas, três vezes. Mais vezes ainda. Será uma rapidinha longa. Vais morder-me o ombro e eu gemerei de prazer. No meio do barulho circundante, do escuro na multidão, da luz do palco, da massa de corpos que se movem, vais foder-me. Quando te vieres, levarei a minha mão à vagina e irei lamber os dedos para que nada me escorra pelas pernas abaixo. Quero que me fodas num concerto.
8 de fevereiro de 2010
Pertença total
Foste à cozinha e eu fui atrás de ti, sem fazer barulho. Abriste a porta do frigorífico e enquanto olhavas lá para dentro, compenetrado, abracei-te e encostei-me a ti. Viraste-te e respondeste ao meu abraço. Ficámos assim por uns breves momentos apenas. A vontade era muita. Sentei-me na bancada da cozinha e tu aproximaste-te. Enlacei-te com as minhas pernas, puxei-te para mim e beijámo-nos. Apaixonadamente. Como nos filmes. Enfiei a minha mão nas tuas calças e brinquei. Adoro brincar com o teu pénis. É suave, cheira bem e sabe ainda melhor. Surpreendi-te por não ter cuecas vestidas. Entraste dentro de mim facilmente. Excitas-me. A excitação que me provocas põe-me húmida e lubrifica-me. Fodemos. Eu sentada na bancada da cozinha e tu de pé. Tirei a camisola e o soutien. Chupaste-me os mamilos e eu gemi de prazer. Fodemos. Quiseste marcar-me e mordeste-me no ombro esquerdo. Doeu-me, mas foi aquela dor de prazer intenso. Uma dor de pertença. Pertenço-te. Sou tua. Fodemos. Atingi o orgasmo, como tão facilmente atinjo quando fodemos. Um. Depois outro. Mais outro. O meu corpo reage ao teu de uma forma completa, como se tivesse sido feito para foder contigo. Tenho o rabo frio por estar sentada na pedra da bancada da cozinha. Não me importo, porque me abandono ao prazer. Ao meu prazer. Ao teu prazer. Fodemos.
15 de janeiro de 2010
Santíssima trindade
Receber. Dar. Extasiar.
Humidade. Fome. Sede.
Acção. Tesão. Submissão.
Terra. Limbo. Céu.
Igualdade. Fraternidade. Liberdade.
Memória, Compreensão. Vontade.
Objectivo. Subjectivo. Absoluto.
Sensações. Imagens. Sentimentos.
Instinto. Curiosidade. Tabu.
Vagina. Boca. Ânus.
13 de janeiro de 2010
Promessa a cumprir
Enviei-te uma mensagem a pedir-te para me dizeres assim que chegasses. Telefonaste-me logo de seguida. A viagem correu bem e já estavas a caminho de casa. Estou cheio de tesão, disseste tu ao telefone. Estou com uma vontade de te foder, que nem te passa pela cabeça. Respondi-te que amanhã é 4ª feira e que vamos ter todo o tempo do mundo para nos fodermos. Que a noite vai ser longa. Que as horas vão passar demasiado rápido. Queria que estivesses aqui para me lamberes todo, continuaste. Que me chupasses. Quero foder-te e quero que me fodas. Arrepiei-me. Uma semana sem te tocar e sem me tocares é quase insuportável. Quero sentir os teus lábios sobre a minha pele. Quero ter as tuas mãos a passear pelo meu corpo. Quero ter a tua língua a massajar-me. Quero sentir toda essa tua tesão de encontro a mim. Quero sentir essa tua tesão a entrar dentro de mim. E a foder-me. Promete-me uma coisa, disseste tu. Sim. Promete-me que amanhã te vens muitas vezes.
2 de dezembro de 2009
Apetecer
Apeteces-me.
Apeteço-te? Então porquê?
Porque será?
Diz-me.
Porque quero estar dentro de ti e quero fazer-te vir. Quero sentir o teu cheiro. Quero ficar rijo dentro de ti. Quero tirar-te o fôlego. Fazer-te perder o sentido do olhar.
Tens noção que me aqueceste e me arrepiaste ao mesmo tempo?
Espero bem que sim, porque é isso que quero que sintas amanhã nos meus braços. Estou teso a pensar em ti. Não sei como vou suportar ainda estas horas até entrar dentro de ti.
Estou de pernas cruzadas.
Chupa-me. Agora. Põe-me na tua boca.
Adoro ter-te na minha boca. Ter-te rijo na minha boca. E lamber-te. E chupar-te. Lamber-te a ponta. Engolir-te todo.
Quero sentir a tua garganta.
Esfregar as minhas mamas em ti. Sentir-te todo teso no meio delas.
Adoro quando estás em cima de mim e roças as tuas mamas em mim. Amanhã quero vir-me nas tuas mamas. E depois...
E depois...
... limpar-te com o dedo.
... chupo-te o dedo.
E dar-to a chupar.
*Obrigada pela inspiração. Adoro-te.
24 de novembro de 2009
Extâse
As tuas mãos percorrem-me o corpo. Fecho os olhos e gozo a sensação. Detêm-se nas minhas mamas. Fecham-se sobre elas. Dás-me um pequeno apertão e eu tremo de prazer. Com as palmas abertas, esfregas-me os mamilos até ficarem erectos. Sempre tive dúvidas quanto à cor e ao tamanho deles, digo-te. Será que este castanho-escuro excita os homens, pergunto-te. São perfeitos, dizes tu. E continuas a esfregá-los. Baixas-te e começas a lambê-los. E a chupá-los. Dás umas trincas suaves e continuas a beijá-los. Ainda mais. O meu corpo reage ao estímulo de uma forma violenta. Quero mais! Pego na tua mão e conduzo-te ao interior das minhas coxas. Brincamos os dois com as mãos. O teu dedo entra na minha vagina. Mais não dá, pois dizes que eu sou muito apertadinha. Eu rio-me. Tu continuas a estimular-me e eu atinjo o nirvana! Senta-te, peço-te. Quero sentar-me em cima de ti. Tu sentas-te e eu encaixo-me na tua erecção fenomenal. Começo a mover-me devagar. Sinto-te todo dentro de mim. Acelero. Mais e mais. Estou toda arrepiada mas, ao mesmo tempo, sinto imenso calor. Estás muito quente, dizes tu. Sinto-me a ferver, respondo. Tenho os mamilos duros e só me apetece esfregar-me toda em ti. Instala-se a sensação que tão bem conheço. Começa devagarinho e, de repente, dá-se a explosão!16 de novembro de 2009
Três dias
Estou aí em 15 minutos, ligaste-me a dizer. Fiquei contente, Muito contente. Há três dias que não te via e pensava que iria ficar mais três dias sem te ver. Vesti uma camisa de noite lilás, com uma transparência sugestiva. O toque do tecido na minha pele era suficiente para me eriçar os mamilos. Pus um pouco do perfume que te inibria. O meu perfume. Finalmente chegaste. Olhaste para mim, beijaste-me e a tua mão pegou-me no seio. Apertaste-o. E eu soltei um pequeno gemido. Largámo-nos e despimo-nos. Fomos para o quarto. Sentei-me na cama, pronta para te chupar. A tua erecção era enorme. Mas tu, suavemente, empurraste-me de forma a que eu ficasse deitada, abriste-me as pernas e puxaste-me para a ponta da cama. Baixaste-te e lambeste-me até ficar toda húmida. Supliquei-te que entrasses dentro de mim. Depois de me beijares os seios, enfiaste a mão entre as minhas pernas e com o dedo brincaste comigo até que eu me viesse. Atingi as estrelas! E só então entraste dentro de mim. E fodeste-me.14 de novembro de 2009
O êxtase da água
De joelhos na banheira, a tua língua brincou com o meu umbigo, enquanto me seguravas nas nádegas. Abri ligeiramente as pernas e a tua língua começou a descer pela minha pele. Sem pêlos para atrapalhar, pois gosto de me ver sem eles, a tua língua deslizava de uma forma suave por mim. Apesar da água quentinha, senti-me arrepiar-me toda. Pus as mãos nos teus ombros e esperei pelo que irias oferecer-me. A tua língua deslizou mais até a sentir nos meus lábios vaginais. Com suavidade, beijaste-me o clítoris. Começaste a lamber-me. A beijar-me e a lamber-me. A tua língua entrou na minha vagina. Primeiro devagar. Depois aceleraste. Eu continuava arrepiada. Que língua maravilhosa tu tens! Concentrado, sabias bem o que estavas a fazer. Como me excitar. Comecei a sentir-me a derreter. Estava húmida. Tanto pela água que escorria por mim e que se detinha nos meus mamilos erectos como pela tua saliva misturada com a minha excitação. Tinha a tua língua bem dentro de mim. De repente, senti um choque eléctrico a percorrer-me todo o corpo. Começou bem dentro da vagina e espalhou-se. E eu gritei.13 de novembro de 2009
A purificação pela água
Tocaste à campaínha. Como sempre, estava atrasada e disse-te para subires. Cumprimentámo-nos com um beijo na cara e pedi-te para te pôres à vontade na sala, pois ainda tinha de tomar banho. Nas minhas andanças entre o quarto e a casa-de-banho, em preparativos, vi-te distraído. Queria estar na tua cabeça para saber em que pensavas. Entrei na casa-de-banho e encostei a porta. Despi-me e entrei na banheira. Adoro água quentinha. Sentir a água a escorrer-me pelo corpo é um prazer e um vício. Demoro-me a tomar banho. Demoro sempre. Ouvi a porta a abrir ligeiramente, mas era a minha gata. Gata feia. Não gosto de gatos. Nunca gostei! Continuo a sentir a água a aquecer-me o corpo quando ouço novamente a porta a abrir. Desta vez tive a certeza que não era a gata. Era um outro tipo de felino. Um predador. Daqueles em que a presa implora para que a apanhe. Afastaste a cortina da banheira e o teu olhar perguntou-me se poderias juntar-te a mim. Dei-te a mão e puxei-te para debaixo do chuveiro. Abraçaste-me. Quando senti as tuas mãos nas minhas costas, pela primeira vez, vibrei. Um arrepio bom atingiu-me o corpo todo e encostei-me a ti. Com a água a correr, as tuas mãos percorreram todo o meu corpo. Que macias, as tuas mãos! As minhas nádegas reagiram ao teu toque e pressionei-as contra as tuas mãos. Puxaste-me para ti e beijaste-me. Pela primeira vez, os nossos lábios tocaram-se. Carnudos - que pecado, num homem! -, macios, saborosos. O teu hálito electrizou-me. Uma mistura de tabaco, sugus e desejo. Beijaste-me novamente. E tornaste a beijar-me. O meu corpo, todo arrepiado, respondia ao teu de uma forma que eu nunca tinha sentido. As tuas mãos subiram das minhas nádegas, pelas costas, e trouxeste-as para a frente. Agarraste as minhas mamas suavemente, avaliando bem a forma, o peso, a consistência. Agradaram-te! Voltaste a beijar-me. E ajoelhaste-te...Como tudo começou
Ainda eu não te tinha visto, já te sentia o cheiro. Masculino, forte, inebriante. Virei-me e vi-te. Quando me convidaste para ir à praia, duvidei. Que sítio tão bizarro para um primeiro encontro, pensei. Não me sinto suficientemente à vontade com o meu corpo para logo me despir à frente de um desconhecido. Por muitas noites que tivéssemos passado a conversar no MSN, éramos completamente desconhecidos um para o outro.Mas fui. Apresentaste-te e eu apresentei-me. Não eras o que eu estava à espera, porque eu não estava à espera de nada. Descemos para a areia. Escolhemos um lugar. Estendemos as toalhas. O meu dilema regressou. Dispo-me. Não me dispo. Seria um pouco parvo ficar na praia toda vestida. Despi-me e fiquei de biquíni. Rosa velho. Estava tão consciente do meu corpo. Não percebi se olhaste, mas acredito que tenhas olhado. Pediste-me para te espalhar protector nas costas. Truque velho! Assim que pus minhas mãos nas tuas costas, senti uma ténue vibração a subir pelos meus dedos. Quis tocar-te mais. Logo ali quis que me fodesses. Quis foder-te.
Mas este era um primeiro encontro.
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